O primeiro episódio da série revela o metrô como um ambiente vivo. Um espaço de diversidade e luta, onde o trabalho, a cultura, o cuidado e a urgência estão presentes, diariamente.
Neste episódio, um roubo complica a vida dos agentes; na madrugada, o desafio de trocar 50 metros de trilho em poucas horas; e um visitante agita o Centro de Controle.
Tensões, desigualdades e conflitos se manifestam diariamente na Cidade Subterrânea. Um homem é agredido dentro do trem, um desmaio repentino e abusadores que agem silenciosamente.
De um lado, o jogo de futebol eleva o clima de tensão na Cidade Subterrânea; do outro, o coração acelera quando uma agente dirige um trem em horário de pico pela primeira vez.
Quando algo sai do trilho é preciso agir rápido para tudo voltar ao normal. Um ataque cardíaco testa o sangue frio dos agentes; e uma pane na CPTM deixa o Metrô à beira do colapso.
Sexta-feira à noite com clima tenso na Cidade Subterrânea. Passageiras irritadas e com pressa de chegar em casa brigam no vagão e um objeto perdido ameaça colocar todos em risco.
A rotina na Cidade Subterrânea é intensa. Entre violência conjugal, furtos, emergências médicas e problemas mecânicos, agentes enfrentam imprevistos para manter tudo funcionando.
Confusão e diversão tomam conta deste episódio. Torcedores do Corinthians deixam o clima tenso na estação Itaquera, que também serve de palco para o show da banda do metrô.
Confusão e diversão tomam conta deste episódio. Torcedores do Corinthians deixam o clima tenso na estação Itaquera, que também serve de palco para o show da banda do metrô.
A produção mergulha no ecossistema das linhas do metrô da capital paulista para mostrar essa operação que nunca para. A série revela histórias surpreendentes dos passageiros que atravessam as catracas diariamente.