Esta semana, o Ministério Público fez buscas na PJ, inclusive no gabinete do diretor nacional. Foi David Freitas, um coordenador da PJ, quem denunciou a alegada realização de escutas ilegais no processo de Rui Pinto, facto negado pelo diretor nacional. Facto curioso é a presença da Autoridade Tributária nas buscas na PJ.