Falamos sobre morte do único jeito possível: rindo. Se é pra encarar o inevitável, que seja com bom humor e zero clima de velório. No episódio, imaginamos nossos próprios funerais, rimos do medo do desconhecido e ainda questionamos essa mania de transformar qualquer pessoa que morre em “um anjo perfeito”, como se todos os defeitos evaporassem assim que a vida acaba.