No regresso da Lei da Paridade, Adriana Cardoso e Maria Castello Branco convidam para este ciclo especial pré-eleitoral quatro mulheres de quatro partidos políticos. A abrir esta edição especial, a Lei da Paridade contou com Joana Mortágua, deputada pelo Bloco de Esquerda e cabeça de lista por Setúbal. Discutiu-se a maratona de debates das últimas semanas, o futuro da esquerda no panorama político nacional e os desafios no ensino português.
Nesta segunda edição especial, a Lei da Paridade teve o prazer de contar com Mariana Leitão, candidata número dois por Lisboa pela Iniciativa Liberal e deputada municipal em Oeiras. Discutiu-se a “flat tax”, a igualdade de género e as linhas vermelhas com a AD
Nesta terceira edição especial, a Lei da Paridade teve o prazer de contar com Alexandra Leitão, cabeça de lista por Santarém pelo Partido Socialista e coordenadora do Programa Eleitoral Socialista
Nesta quarta e última edição especial, a Lei da Paridade contou com Inês Domingos, candidata a Viseu pela Aliança Democrática, economista, docente na Católica School of Business and Economics, e deputada (2015-2019)
Qual o papel mais difícil? O de Pedro Nuno Santos ou Luís Montenegro? Será que a AD se aguenta até ao Orçamento do Estado? E o que aconteceu à esquerda nestas eleições?
Depois dos resultados das últimas eleições legislativas, e sem os votos dos círculos da emigração contados, continua tudo em aberto. Apesar disso, o Presidente da República recebe um a um os partidos que se apresentaram a eleições. Será precoce? E o possível governo de Montenegro durará?
O excedente orçamental é um presente envenenado? Qual o significado da eleição de Pacheco de Amorim para a vice-presidência da Assembleia da República? O excedente orçamental é um presente envenenado? Será que Luís Montenegro precisa de fazer Orçamento Retificativo? Qual o significado da eleição de Pacheco de Amorim para a vice-presidência da Assembleia da República? O projeto do 25 de abril era mesmo a construção de uma democracia liberal?
Nesta terça-feira tomou posse o novo Governo da República, com discursos cheios de recados tanto de Marcelo Rebelo de Sousa como Montenegro. Como ficará a governação do país? As pastas prioritárias para o PSD serão bem tuteladas? Na sombra de tudo isto, a eleição do Presidente da Assembleia da República foi uma das mais conturbadas da história portuguesa. Presságio para o mandato?