Nos anos 50, o mineiro Zé Arigó começou a atender pessoas afirmando que estava incorporando um médico alemão que realizava cirurgias. Usando apenas facas e lâminas sem anestesia ou assepsia, Arigó curou milhares de pessoas. Mas também precisava lidar com a pressão das autoridades e de médicos que o acusavam de charlatanismo.