Nos últimos anos, a perseguição histórica aos ritmos periféricos ganhou nova força com a criminalização do funk e do trap no Brasil. MCs passaram a ser alvo de operações, detenções e prisões, enquanto a cultura de favela enfrenta ataques cada vez mais articulados. Para debater o tema, participaram Dani Monteiro, deputada do PSOL e presidenta da Comissão de Direitos Humanos da Alerj; o advogado criminalista Fernando Henrique Cardoso, responsável pelos casos de Oruam e MC Poze; e a pesquisadora Tamiris Coutinho, mestra em comunicação. A conversa abordou as ondas de repressão ao funk, o impacto econômico da cultura periférica, o projeto de lei 26/2025, apelidado de Lei Anti Oruam, apresentado pela vereadora Amanda Vettorazzo, e os desdobramentos da prisão do rapper, além de possíveis caminhos para enfrentar essa perseguição.