Será que ainda conseguimos sentir as coisas de verdade, sem a urgência de ter todas as respostas? Neste 1º episódio vamos refletir sobre o tempo e como nos enxergamos em meio disso.
Sabe aquela sensação de ter mil planos, sonhos, listas… mas, na prática, nada acontece? Esse episódio é pra quem já se sentiu travada, perdida ou paralisada, assim como eu. Entre desabafos, reflexões e acolhimento, te convido a sentir comigo esse momento que, mesmo difícil, também pode ser um ponto de partida.
Sabe quando você tá dando 300%, se desdobrando, entregando tudo impecável... e aí vê alguém sendo aclamado só por existir? Pois é. Nesse episódio, eu abro o coração sobre a exaustão de tentar ser perfeita o tempo todo, enquanto tem gente sendo chamada de gênio só por bater o ponto.
Sabe quando você tá dando 300%, se desdobrando, entregando tudo impecável... e aí vê alguém sendo aclamado só por existir? Pois é. Nesse episódio, eu abro o coração sobre a exaustão de tentar ser perfeita o tempo todo, enquanto tem gente sendo chamada de gênio só por bater o ponto.
Será que a amizade é menos valiosa porque não durou para sempre, ou a verdadeira essência está nas experiências e ensinamentos que ela nos deixa? Vamos explorar as transições naturais das relações e entender por que algumas amizades cumprem um papel incrível, mesmo que por um tempo limitado.
E se a gente tirasse uns minutinhos pra lembrar da nossa criança interior? Entre boletos, cobranças e o peso de ser adulta, bate a saudade daquela versão nossa que sonhava, brincava e via o mundo com mais leveza. Nesse episódio, eu te convido a desacelerar e lembrar: o que da sua infância ainda vive em você hoje.
Tem coisa que só dá pra entender depois que passa... Mas será que todo sofrimento carrega mesmo um ensinamento? Neste episódio, eu te convido a refletir comigo: será que alguns perrengues da vida têm um propósito maior ou a gente só romantiza o caos pra aguentar o tranco?
Você já voltou a algum lugar que foi importante na sua vida, como a casa onde morou, a rua do trabalho ou a sala de aula, e percebeu o quanto mudou? Eu precisei voltar para entender que aquela versão antiga de mim já não cabia mais ali. Neste episódio, conversamos sobre como às vezes é preciso sair de certos lugares para crescer de verdade.
E quando a gente percebe que ficar se comparando já não faz mais sentido? Que essa grama que parecia tão verde ... na real, nem é tudo isso? Nesse episódio, eu falo sobre comparação; esse sentimento que quase todo mundo já viveu e que, muitas vezes, só faz a gente se sentir insuficiente.
Quando a gente entende que não é o centro do universo, mas só mais um ponto nesse caos todo, algo muda: a gente acessa o poder da nossa insignificância. E nesse lugar, em vez de peso, a gente encontra leveza. Bora sentir isso comigo?
A gente aprendeu a vida inteira que sentir raiva é sinal de descontrole, de fraqueza, de exagero. Mas e se for justamente o contrário? E se a raiva for o que te falta pra se mover, pra se proteger, pra dizer “basta”? Nesse episódio, eu quero te convidar a repensar esse sentimento tão reprimido.
Será que o amor familiar justifica tudo? Nem todo laço precisa ser mantido, principalmente quando ele sufoca. Nesse episódio, eu abro um espaço de escuta e reflexão sobre relações familiares que doem mais do que cuidam.
Você ainda lembra dos seus sonhos quando acorda? Ou eles têm escapado, noite após noite, como se não tivessem mais espaço na sua rotina? Nesse episódio, eu falo sobre o que nossos sonhos podem estar tentando nos dizer.
Você também sente que nunca é suficiente? Nesse episódio, eu falo sobre uma sensação que tem me atravessado: a de que sempre tá faltando alguma coisa. Mesmo quando a gente conquista, ama, trabalha, tenta, parece que tem um vazio esperando na porta.
Você sabe a hora de parar? Neste episódio, eu falo sobre o aprendizado, muitas vezes doloroso, de abrir mão. Sobre como desistir, pode ser um gesto de coragem.
E se o “não sei” não for um problema, mas um ponto de partida? A gente cresce achando que precisa ter todas as respostas e que não saber é falha, é fraqueza. Mas e se for o contrário? Nesse episódio, a gente conversa sobre o medo de não saber e todas as contradições que ele carrega.
E se os “nãos” que a gente diz no automático estiverem afastando a gente da vida que poderia ser? Neste episódio, eu te convido a pensar nos convites recusados e a se perguntar: até que ponto a nossa paz não tem virado fuga?
Você já se questionou se está só com preguiça… ou se o corpo e a mente estão pedindo pausa? Neste episódio, eu falo sobre esse dilema que muita gente vive, especialmente quem cresceu ouvindo que descansar é perder tempo.
A gente vive esperando o momento certo e o contexto ideal pra começar algo… mas e se esse momento nunca chegar? Nesse episódio, eu conto como aprendi que começar mesmo com medo ou sem ter tudo pronto, é o que faz a vida acontecer.
Quantas vezes o silêncio já falou mais alto do que a sua voz? Nesse episódio, converso sobre os não-ditos: o silêncio que evita uma briga, que engole sentimentos, que protege, mas também pesa
Já parou pra pensar se você espera demais das suas amizades? Nesse episódio, eu falo sobre as funções emotivas que cada laço pode ter e como reconhecer isso pode transformar nossa forma de se relacionar.
Quem paga a conta no seu relacionamento? Essa pergunta não envolve só dinheiro. É sobre poder, dinâmica afetiva e contrato social não-dito. Neste episódio vamos refletir sobre como é emblemático amar em meio ao capitalismo.
Você já pensou em como o tempo transforma nossas relações? O tempo chega pra todos e nesse episódio vamos mergulhar nas delicadezas e dores do envelhecer, e na beleza de continuar vivendo
Você já se pegou pensando: “E se fosse comigo?” Pois é, eu também. No episódio de hoje, vesti os sapatos de “outra pessoa” e mergulhei nos dilemas que poderiam ser meus ou seus. Uma conversa íntima sobre empatia
Quantas vezes você já deixou de viver algo incrível por vergonha ou timidez? ✨ Nesse episódio, a gente fala sobre como esses sentimentos nos travam, mas também sobre os caminhos possíveis pra encontrar coragem e se abrir pro mundo.
E se a tal estabilidade que prometeram pra gente nunca tivesse existido? Nesse episódio, eu falo sobre o mito da segurança no trabalho, sobre o cansaço de tentar segurar o que já tá desmoronando e sobre como talvez a verdadeira estabilidade esteja em outros lugares. Como nas relações, na criatividade, na comunidade e na coragem de recomeçar.
Você já percebeu como a saudade aparece até nos pequenos silêncios do dia? Nesse episódio, eu falo sobre o amor que permanece mesmo depois da ausência. A partir da perda da minha cachorra Mel, compartilho reflexões sobre luto, memória e o jeito que a vida continua mesmo quando o coração ainda tá aprendendo a lidar com a falta.
Você já se sentiu culpada por precisar de atenção demais? Ou por não conseguir lidar com quem precisa da sua o tempo todo? A carência é essa mistura confusa entre amor, falta e costume. No episódio de hoje, a gente conversa sobre o amor que sufoca, os limites do afeto e aqueles dias em que até quem parece forte só quer um abraço pra lembrar que ainda tá viva.
Como saber a hora de parar? Nesse episódio, falo sobre o fim da nossa 1ª temporada, os recomeços que vêm com o tempo e o que aprendi ao longo de 30 semanas sentindo com vocês.
Depois de um mês sem episódio, “Vamos Sentindo?” volta com um papo que é quase um abraço apertado nesse fim de dezembro. É aquele respiro pra gente entender o que ainda dá tempo de começar e também aceitar que algumas coisas não precisam ser resolvidas agora.
Você já reparou como até escolher o sabor do suco pode cansar tanto quanto decidir um novo rumo da vida? Nesse episódio, eu mergulho no porquê das decisões, das pequenas às gigantes, drenarem tanta energia da gente e como isso diz muito sobre o jeito que estamos vivendo, sentindo e tentando dar conta de tudo ao mesmo tempo.
Quando foi que você percebeu que estava acreditando numa promessa que nunca foi feita de verdade? Crescer também é isso. Ir entendendo que muitas das frustrações que doem na vida adulta não vêm só do que nos fizeram, mas das histórias que a gente comprou, repetiu e transformou em expectativa.
Quem foi que decidiu como o Natal deveria ser, e em que momento a gente acreditou? ???????? Entre mesas perfeitas, famílias harmoniosas e afetos obrigatórios, muita gente passa dezembro tentando caber num roteiro que não escreveu. Nesse episódio, a gente sente juntas como o Natal também pode ser um lugar de expectativa, cobrança e silêncio, e como talvez o mais honesto seja admitir que nem todo mundo vive essa data do jeito que ensinaram pra gente viver.